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Dicas Técnicas: Polainas do Fusca

3 comentários
Mesmo o mais desleixado proprietário dificilmente não olha e não e admira um automóvel bonito, bem cuidado e equipado com itens de bom gosto. Se for um antigo ou clássico, então, melhor ainda!

Carros exercem certo fascínio em grande parte das pessoas. E, de algum modo, os Fuscas são observados sempre com alegria e nostalgia. Não é para menos!

No meu caso particular, eu sempre admirei besouros equipados com polainas cromadas. Todavia, nunca as coloquei em nenhum dos meus Fuscas por diversas razões: ou não combinavam com algum estilo particular, ou tinha pena de colocá-las num carro destinado a um emprego exageradamente pesado, ou por outros fatores diversos. Mas, com a reforma atual da Penélope, chegou o momento de colar as tão almejadas pecinhas!



Penélope na fase final da primeira etapa da reforma. As polainas certamente deixam o carro bem mais bonito!


Embora existam pessoas que afirmem que tais peças de fato servem como algum tipo de reforço, acredito que a função primordial das polainas está ligada ao incremento visual. Talvez, num segundo plano de importância, exista algum ganho em resistência. Se tal assertiva é ou não verdade, pouco importa. Afinal, de fato os Fuscas ficam mais bonitos com tais apetrechos.

Adquiri um conjunto promocional em inox na loja Bunnitu (www.bunnitu.com.br) abrangendo as polainas dos para-lamas dianteiros, as dos para-lamas traseiros, e as do reforço da saia traseira com os para-lamas (popularmente conhecidas como asas de morcego). De quebra, o kit trouxe as "saboneteiras" da porta.

Fiquei positivamente surpreso quando recebi esse conjunto da supracitada loja, uma vez que, pela foto do anúncio, o inox não parecia ter o brilho que ele de fato tem.



O inox das polainas, de boa qualidade geral, tem um brilho que combina com as novas calotinhas e com os novos para-choques que ainda serão instalados.


As peça são bem confeccionadas, com cortes precisos e bom acabamento. Sua fixação se dá através de rebites: 03 ou 04 furos por peça, dependendo do caso, aos quais foram oportunamente acrescidos pelo menos 01 rebite extra, já que existe a previsão de uso fora de estrada do carro.

Entretanto - e essa talvez seja a única característica que poderia ser melhorada na peça - as curvaturas das polainas não casam perfeitamente com as curvaturas do carro. E, se tentarmos forçar o assentamento das peças com a rebitadeira, fatalmente o rebite irá se romper antes da polaina encostar perfeitamente na lataria do carro. Desse modo, é imperioso que, antes do rebite definitivo, sejam feitos ajustes manuais das peças ao carro, fazendo-as contornar a curvatura da lataria dos para-lamas dianteiro e traseiro.



A curvatura da peça não vem exatamente adequada a curvatura pronunciada de algumas partes da lataria, sendo indispensável o correto ajuste antes de sua fixação definitiva.


Ao término da instalação, evidencia-se que tais acessórios promovem um considerável incremento visual ao Fusca.



As polainas traseiras, popularmente conhecidas como asa de morcego por analogia a seu formato, melhoram bastante o acabamento da saia na junção da mesma com os para-lamas traseiros.


Contudo, vale o aviso: nas lavagens, dedicar cuidado especial ao local onde as polainas estão instaladas, evitando-se o acúmulo demasiado de sujeira, terra, etc, de forma a prevenir futuros pontos de ferrugem.

Pelo custo benefício das peças e pelo meu gosto pessoal, são acessórios que merecem estar em nossos Fuscas!

Nos vemos na estrada!

3 comentários :

  1. Essas polainas foram instaladas com furos na lataria? e por dentro dela, teve algum material?

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    1. Prezado amigo; Elas foram sim instaladas com furos na lata e presas com rebites. Porém, elas poderiam ter sido presas com fita adesiva de boa qualidade, mas, como o uso é mais off-road, não suportariam. Não teve nenhum material entre a polaina e a lata, embora o mais indicado é que houvesse alguma proteção entre as partes para evitar acúmulo de poeira que facilita a ferrugem.

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    2. Prezado amigo; Elas foram sim instaladas com furos na lata e presas com rebites. Porém, elas poderiam ter sido presas com fita adesiva de boa qualidade, mas, como o uso é mais off-road, não suportariam. Não teve nenhum material entre a polaina e a lata, embora o mais indicado é que houvesse alguma proteção entre as partes para evitar acúmulo de poeira que facilita a ferrugem.

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