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Dicas Técnicas: Reformando a Penélope

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Penélope em junho de 2015, em fase de ajustes finais para o término da reforma.


Reformar um carro antigo é um dos maiores desejos das pessoas que gostam do antigomobilismo.

Para nós, aficionados pelo popular Fusca, esse sonho é bem mais plausível, haja vista que, quando comparado a outros modelos de carros, a restauração do besouro é bem menos difícil e onerosa. Peças existem em abundância, assim como lojas especializadas, oficinas mecânicas que conhecem a fundo o carrinho, além de outras variáveis que tornam a reforma completa do Sedan bastante materializável.

Mas isso não significa que tal aventura seja fácil e barata...

Desde 2009, quando adquiri a Penélope, já tinha em mente reformá-la por completo. No princípio, todavia, minha intenção era promover nela uma restauração completa, tornando-a 100% original e, assim, conseguir a tão sonhada Placa Preta.

Antes de ser minha, a Penélope teve como dona, por alguns bons anos, uma simpática senhora. Infelizmente, porém, esta senhora um dia resolveu reformá-la, na esperança de trazer de volta aquela beleza original da pintura de sua estimada Fusca, já bastante desgastada pelo tempo. Por infortúnio, caiu na mão de um funileiro safado que se aproveitou da ingenuidade e desconhecimento da antiga proprietária. Resultado: a Penélope perdeu diversos itens de sua originalidade, e, para piorar, o serviço foi realizado de maneira incrivelmente porca e incompetente.

Acredito que, graças a esse triste ocorrido, a Penélope foi colocada a venda - ainda que, na ocasião, esta não tenha sido a história que me foi vendida como oficial.

E foi desta maneira que ela chegou até mim: Com um estado de conservação geral razoável; com um estado de funilaria ruim; mas com a nítida impressão de que era um Fusca pouco utilizado; culminando, então, tudo isso, em boa integridade geral.



Penélope recém adquirida em 2009. Note que, no capo, já começavam a estourar os primeiros sinais de ferrugem; as calotas foram pintadas junto das rodas; o estribo tem uma gambiarra para fixar o friso. Retrovisor esquerdo e direito diferentes. Sem os frisos do vidro. Detalhes que, na época, passaram despercebidos, diante da ansiedade de voltar a ter um Fusca.



Ponteiras do escapamento não originais. Lentes das lanternas em ruim estado. Muitos barulhos de coisas soltas. Mas, em princípio, um carro relativamente bem alinhado estruturalmente.



No interior se evidencia os pés de colunas parcialmente danificados. Os bancos se apresentavam ruins. Apesar dos diversos acessórios originais, era evidente que o carro precisava de um bom dono, muito carinho e dedicação.



O motor da Penélope, ainda que já um pouco cansado desde aquela época, presenteou-me com uma grata surpresa: este Fusca jamais me deixou na mão!


Passados os primeiros sustos e decepções (você só passa a conhecer de fato um carro e todos os seus problemas e qualidades após passar algum tempo com ele), comecei a corrigir as pendências descobertas.

A primeira revisão mecânica foi extremamente abrangente. O Eduardo da Auto Mecânica Tsuzuki semi-desmontou a Penélope e trocou tudo o que precisava ser trocado. Com a ajuda do Leonardo, os barulhos foram aos poucos sumindo. O carro saiu de lá outro: melhor de andar, mais silencioso e muito mais gostoso de dirigir.

Desde quando chegou às minhas mãos, a Penélope recebeu os caprichos e cuidados de um dedicado dono. Contudo, como na época eu tinha o Barrinho - o mais polivalente Fusca que tive até hoje - a vida dela era bem tranquila: ficava parada na garagem, saindo apenas para sossegados passeios, pequenas viagens e para receber os merecidos cuidados.

Na sequência, aos poucos, fui adequando-a aos critérios de originalidade de seu ano e modelo (1.300L - 1976), preferindo sempre cuidar da parte mecânica em primeiro lugar. Mas, em cada oportunidade ou necessidade de reparo, ou nas eventuais colocações de acessórios, a execução sempre estava focada em torná-la a mais original possível.

Paulatinamente, o Fusquinha ganhava um aspecto geral mais bem cuidado, mais bonito e mais original.



Em 2010, a Penélope recebeu novos para-choques, novos pneus e maiores cuidados de conservação. Em pouco tempo, e com pouco investimento, tornou-se um Fusca bastante bonito.



Tapetes novos e papelões de isolamento sob o banco traseiro: o cuidado em melhorar pequenos detalhes, ainda que com gastos limitados, sem dúvida alguma tornam o besouro bem mais agradável de olhar e de andar.



Capas novas dos pedais, cuidados nos acabamentos plásticos e nas manivelas: por menos que seja, cada pequena melhoria auxilia bastante na elevação da qualidade do carrinho.


Tudo acontecia bem devagar: os incrementos se davam de forma paulatina. O mais importante era estar sempre norteado pela confiabilidade mecânica e, quando possível, até então, pela originalidade.



Em 2011, a Penélope recebeu o retrovisor em formato de raquetinha no lado esquerdo, quando retirei o retrovisor do lado direito, conforme o original do modelo de seu ano.


Algum tempo depois, ocorreu-me um fato um tanto quanto chato, mas que trouxe valiosas lições e ensinamentos, convencendo-me a mudar algumas premissas: Meu pai e eu fomos a Iacanga - SP visitar uma tia minha (irmã do meu pai), a qual possui um Fusca incrivelmente pouco rodado. Como o carrinho estava parado na garagem - já que ela quase não mais sai com ele - ofereci para levá-lo trocar óleo e calibrar os pneus, aproveitando a oportunidade para rodar um pouco com aquele raro besouro. Afinal, carro parado na garagem estraga e eu queria muito dirigir aquele raro exemplar, extremamente inteiro! Foi quando meu pai e eu decidimos pegar um trechinho de estrada para o motor trabalhar em rotações mais elevadas. Que delícia é um Fusca destes. É incrível como o boxer é silencioso quando pouco rodado e ainda original! Todavia, por azar e acaso do destino, um caminhão que trafegava em sentido contrário na pista simples jogou uma pequena pedra no para-brisa do Fusquinha e estilhaçou seu vidro temperado. O resultado foi alguns cortes em nossos rostos, que por sorte não foi mais grave (poderia ter nos cegado). Lição aprendida: mesmo não sendo original, é importante colocar vidros laminados no para-brisa do Fusca. E, se for degradê, melhor ainda (muito mais bonito e, de brinde, protege do sol).

Voltei a São Paulo decidido a mudar o vidro dos meus Fuscas. Então, já que iria presentear a Penélope com este item de segurança, aproveitei a oportunidade para colocar os frisos nos vidros.



Em fevereiro de 2012, aproveitando a troca do para-brisa, coloquei borrachas novas com frisos na Penélope. É incrível como este detalhe agrega beleza no Fusquinha!



Ainda que não seja original, o vidro laminado degradê é um item de segurança e, invariavelmente, embeleza bastante os nossos carrinhos.


De 2012 até 2014 a Penélope recebeu poucas melhoras significativas. Comecei a utilizá-la diariamente para ir a alguns locais específicos, eventualmente até a trabalho, sendo que o seu uso para lazer praticamente se extinguiu.

Para piorar, no fim de 2013 eu tive de deixá-la um tempo significativo parada ao relento, o que culminou em tristes consequências: pintura estragada, ferrugens espalhadas e cromo do para-choque danificado.

Por conseguinte, um certo desânimo aconteceu, e, aos poucos, fui abandonando o empenho em torná-la cada vez mais bonita...

Em 2014 tentei retomar o processo de melhorias que havia sido interrompido instalando um banco mais confortável e bonito, revestido em courvim, buscando, desta forma, algo mais adequado a realidade do uso do carro naquele instante. Mas, infelizmente, o resultado ficou bastante aquém do esperado, pois o problema que existia não era só o do banco em si: abrangia um desalinhamento nos trilhos, o que não foi verificado pelo tapeceiro, gerando um resultado final ruim, uma vez que o objetivo de maximizar o conforto não foi atendido. Após um bom tempo sem promover investimentos no Fusquinha, gastar dinheiro e ter um resultado ruim é bastante desmotivador, e o projeto foi novamente abandonado...

Continuei usando a Penélope assim mesmo, sem novas melhorias. Mas, aos poucos, problemas maiores apareciam: muita água começou a entrar no carro pelo assoalho nos dias de chuva forte; barulhos diversos nas portas, suspensão e afins; motor barulhento; portas ruins... e outros pequenos problemas que, num dado instante, pelo seu somatório, estavam me deixando incomodado.

No começo deste ano de 2015, então, por uma decisão estratégica, a Penélope se tornou meu único carro, e, desta forma, seria utilizada para fazer um pouco de tudo: uso normal, para viagens, expedições e passeios off-road, reboque de carretinhas, etc. Assim, a ideia inicial de tê-la em plena originalidade foi abandonada, sendo substituída pela intenção de transformá-la num carro utilizável em sua totalidade, ou seja, algo próximo do que era o polivalente Barrinho.

Por conseguinte, optei por realizar uma reforma na funilaria no carro, objetivando corrigir os problemas de entrada de água, pequenos podres, etc, e, de quebra, promovendo-lhe um ganho estético considerável.



A reforma foi norteada pela intenção de corrigir problemas mais graves, além de melhorar o aspecto estético geral do carro. A ideia de promover uma restauração plena foi abandonada, sendo substituída por uma estratégia voltada a maximizar o custo - benefício de um carro que seria usado para todos os tipos de usos e condições, algumas bem adversas.



De maneira bem artesanal, alguns dos principais problemas foram solucionados. De quebra, a Penélope voltou a ficar bonita!



Os cuidados no assoalho tiveram como foco a retenção das ferrugens e o impedimento da entrada e água nos dias de chuva.


Nesta primeira etapa da reforma, após muitas reflexões e orçamentos absurdos, conclui que aproveitaríamos todas as peças da lataria da Penélope, não substituindo parte alguma, mesmo as mais danificadas. Portanto, foram recuperados os assoalhos, o capo do motor, a porta do passageiro, dentre outras partes de menor importância. Para tal feito, corrigimos os problemas com solda e, eventualmente, alguns reparos em fibra.

Na sequência, a Penélope recebeu um tratamento interno em KPO no assoalho e nova pintura geral.

Aqui faço uma pausa para transmitir minha ruim experiência aos colegas: Baseado no Barrinho, tentei fazer a Penélope ter um visual mais descolado, mais agressivo e menos original. Contudo, como não foquei 100% nesta intenção, o resultado final foi bastante ruim, pois o carro tinha itens que o deixavam com cara de off-road, e outros que o remetiam a um aspecto original e alegre, típico dos Fuscas. Então, não é difícil imaginar que, finda a montagem do carro, a "salada" visual se destacou, e a Penélope ficou extremamente feia, a princípio.



Voltando para a casa após concluída a primeira etapa da reforma. Ainda que a cor das rodas seja incrivelmente bonita de forma isolada, ela ficou péssima com o vermelho da Penélope. Os para-choques em preto também. Este foi o resultado ruim de economizar em alguns itens e tentar deixar o carro com uma mistura de partes originais e partes agressivas de um Fusca off-road.


Passado esse primeiro momento de tristeza com o duro choque da realidade (descobri que eu não sei combinar cores...), decidi - até para não errar mais - basear o visual externo no aspecto original dos Fuscas, sendo que apenas o interior receberia alguns incrementos mais agressivos, modernos e confortáveis.

De qualquer modo, ainda que grande parte da culpa do resultado não desejável seja minha, outros aspectos do serviço de funilaria se destacaram negativamente, e até mesmo o lacre da placa foi rompido... Resultado: gastei mais uma considerável quantia em dinheiro corrigindo alguns problemas que poderiam ter sido plenamente solucionados na reforma. Entretanto, se analisarmos o fato apenas sob a óptica do custo-benefício, e considerando que serviços de funilaria estão muito caros aqui em São Paulo, o resultado final culmina num grau satisfatório.

Todavia, para corrigir algumas pendências do serviço de funilaria, precisei levar a Penélope na Califórnia Auto-Vidros. Lá promovemos uma regulagem geral nas maçanetas, capo, portas, janelas, vidros, etc, tentando recuperar um pouco do pleno funcionamento de todas as partes do carro.



Ainda que a qualidade do serviço da Califórnia Vidros seja louvável, o valor final desta etapa ficou elevado e, infelizmente, houve a ocorrência de danos em algumas poucas partes da funilaria (perto das caneletas do vidro do lado do passageiro). Não fosse por isso (danos e preço um pouco elevado), o resultado final deste serviço seria plenamente excelente (ainda assim, o resultado foi bem positivo).


Após os desânimos que surgiram, e tendo de arrumar toda a parte interna do carro, decidi levar a Penélope num tapeceiro renomado, objetivando evitar ao máximo novas dores de cabeça e decepções.

Com algumas partes adquiridas na Bunnitu (melhor custo benefício encontrado entre as lojas do ramo), fizemos um interior caprichado, forrando o teto e o chão com o padrão original de fábrica, as laterais com um padrão original dos Fusca 1.500 até 1974, além da instalação dos anti-ruidos, plásticos de proteção, etc, que estavam ausentes até então.

Os bancos originais dianteiros deram lugar a um par de bancos dianteiros de Alfa Romeu (com regulagem de altura), promovendo um ganho significativo de conforto e segurança (por conta da remoção dos trilhos do Fusca, os quais são relativamente inseguros), sendo recapados com um courvim similar aos originais, mantendo o aspecto de interior de Fusca, mas com mais requinte e muito mais conforto.



Seguindo o padrão do tecido original, o tapeceiro Beto fez um serviço de boa qualidade geral.



A forração interna que fica no entorno do vigia traseiro foi feita da forma original, com a moldura contornando o vidro. Até então, a Penélope estava sem esse bonito acabamento - e, para ser sincero, eu nem sabia que era assim - mas o erro foi prontamente corrigido pelo paciente e caprichoso tapeceiro.



As mantas asfálticas acústicas instaladas no assoalho do carro melhoram bastante o isolamento termo-acústico geral, contribuindo para deixar o carro menos barulhento.



Anti-ruídos instalados, passadeiras em carrapatinho preto ajustadas. Aos poucos, o interior foi ganhando o formato esperado.



Apesar do problema causado pelo safado funileiro na primeira reforma da Penélope, quando ela ainda pertencia a antiga dona, muitos dos itens internos do carro ainda eram originais e mantinham boa integridade.


O volante original, por sua vez, saiu de cena, sendo substituído por um volante de menor diâmetro (para maximizar o espaço interno do motorista) e melhor empunhadura (permitindo maior conforto em longas viagens).

E, por fim, o painel, que recebeu um acabamento em courvim sobre a capa plástica que revestia o painel os Fuscas 1.300L.

O resultado final do interior da Penélope ficou dentro das expectativas, ainda que, pelo preço cobrado, eu sinceramente esperasse um pouco mais nos aspectos relacionados a ajustes finos de acabamento e alinhamento geral dos bancos e respectivos trilhos. De qualquer forma, o interior do Fusca se tornou um destaque a parte.



Bancos e volante confortáveis; melhoria da ergonomia; maximização do espaço interno. O interior do carro obteve ganhos significativos.


Após sair da tapeçaria, novamente o carrinho retornou ao Eduardo e ao Leonardo da Auto Mecânica Tsuzuki, quando foram corrigidos os pequenos problemas de posicionamento e desalinhamento dos bancos da frente, dos para-choques (substituindo os antigos que foram pintados de preto pelos cromados da Belflex), além de uma rápida regulagem de ponto do carro (seguindo a sugestão do Tonella, deixamos o carro com 15 graus de avanço inicial) e ajustes e apertos em latas no cofre do motor para sumir os barulhos de ferro solto, liberando o besouro para a revisão elétrica, de modo a finalizar a primeira parte da reforma.



Eduardo Tsuzuki da Auto Mecânica Tsuzuki promovendo os ajustes finais no banco do motorista da Penélope. Se a maioria dos profissionais tivesse a mesma capacidade técnica, sensatez, caráter e vontade de resolver o problema e, assim, satisfazer o cliente, certamente ter um carro antigo seria algo muitíssimo mais fácil! Parabéns, Eduardo Tsuzuki, pela qualidade profissional e pessoal.



É incrível como os para-choques cromados conseguem mudar por completo a aparência dos Fuscas, melhorando sobremaneira a beleza do carrinho.


O responsável pela parte elétrica seria, como sempre, o Claudio da Auto Elétrica Claudio's Car. Ele ficaria encarregado de revisar a parte elétrica, instalando a nova antena, o suporte plástico da bateria no assoalho, além de já deixar pronta a fiação e os botões dos faróis de milha, de luz de ré e neblina traseiro, além de ligar um sistema de lavagem de para-brisa elétrico e iniciar a instalação de um lavador de faróis.

Assim, finalmente, após um bom dinheiro investido, muito tempo de espera, angústias e dores de cabeça, a Penélope voltou a rodar com a qualidade de sempre.



Penélope praticamente finalizada. Muito trabalho e dedicação. Mas o resultado é belo, sem dúvida!


Mas... será que acabou?

Acredito que não.

Reformas de Fuscas praticamente nunca tem fim, pois o carrinho permite melhorias constantes, sejam em sua parte mecânica, seja na sua colocação de acessórios.

O que posso afirmar, sem medo de errar, é que o grosso das melhorias previstas para esse ano já se concluíram.

Agora, é esperar as próximas etapas, para continuar promovendo melhorias constantes em todas as possibilidades.

Costumo atuar da seguinte forma: cada vez que a Penélope precisa de alguma manutenção, faço a coisa da melhor maneira possível, tentando melhorar algo no carro e evitando-se que o feito precise ser refeito em pouco tempo.



Em breve virão novas melhorias. Novos equipamentos. Novas dores de cabeça, novas alegrias, novas frustrações, novas conquistas. A reforma de um carro é cheia de altos e baixos. Exige tempo, dinheiro, dedicação, pesquisas... mas que é gratificante ver o besouro ficar cada vez mais bonito e equipado, isso é indubitável.


Sempre foi assim e será assim quando a suspensão dianteira precisar de revisão completa (não deve demorar, afinal, nunca foi trocada na minha mão e é impossível de saber quando o foi na mão da antiga dona). Será assim com o motor quando precisar ser aberto. E será assim sucessivamente.

Afinal de contas, quando bem cuidados, os Fuscas duram até acabar, como já dizia a publicidade antiga da VW.

Nos vemos na estrada.

7 comentários :

  1. O para-choque preto era feio pra dedeu! Agora sim ficou lindão. Um Fusca tratado assim com tanto carinho pode ser orgulhosamente apresentado como membro da família. Parabéns! pela dedicação, que a Penélope retorne todo o investimento em moeda de divertimento e alegrias.

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  2. Parabens!
    Manter um fusca com suas características e associar ao nosso gosto é complicado!! Eu tenho um 75 vermelho tbm "o camarão". As reformas são sempre dor de cabeça...sofro com isso!!! rsrsr mas somos brasileiros e não desistimos fácil!! Gostei do volante!! E tenho encontrado coisas boas e por um preço mas acessível na BUNITTU. No caso do meu fusca de tanto sofrer com o cromado dos para-choques, pintei de vermelho e como as rodas são aro 14 do passat gt, o resultado me agradou. mais esportivo. Abraço e boa sorte

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    1. Obrigado Correia. De fato é muito trabalhoso, mas na contrapartida, extremamente compensador. Mande fotos do seu Fusca! Abraço e sucesso.

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  3. Ficou muito lindo esse fusca
    Que vermelho foi esse que VC pintor

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    1. Obrigado amigo. De fato este tom de vermelho - que não é o original do carro - ficou muito bonito e chamativo. Preciso checar a nomenclatura correta dele, entretanto, para não falar alguma besteira. Obrigado pela visita.

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  4. Em primeiro lugar parabéns pelo fusca a penélope esta linda!Também tenho um fusca 68,também estou estou reformando,era do meu pai desde que me entendo por gente,quanto você gastou para fazer a pintura e revestimento interno?

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    1. Cristina, muito obrigado por suas palavras. Fuscas 68 pertencem a geração dos modelos mais bonitos, ainda mais sendo de família. Preservá-lo é cuidar da memória do passado! Os preços para a pintura e reforma do interior variam muito. Depende da região do país, da qualidade do serviço, do que dera feito, enfim. Um serviço de qualidade para a reforma do interior do Fusca não fica menos do que mil reais. Uma restauração completa criteriosa facilmente atinge o dobro ou o triplo disso. A Penélope recebeu um misto de restauração e personalização e o resultado final me agradou muito. De qualquer forma, se reservar perto de dois mil reais certamente você fará a restauração do interior com boa qualidade, colocando os anti-ruídos e matérias bons. Qualquer coisa que precisar nos avise! Obrigado pela visita e volte sempre!

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